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Dica de leitura: BABY BLUES - O bebê chegou...e agora?!

Por Sandra Siqueira

Além de educadora do Espaço de brincar do Sesc Campinas, sou mãe da Lara, 06 anos, da Elis com 4 anos e adoro Histórias em Quadrinhos (HQ).

Por isso o Renato, meu companheiro, comprou para nós um livro que ele encontrou em suas andanças por sebos e livrarias de Campinas: Baby Blues - O bebê chegou...e agora?! Rick Kirkman & Jerry Scoot. Editora Devir Livraria.

Lara tinha nascido há pouco tempo e ele chegou dizendo: - Encontrei um livro muito bom! Parece com a gente!

 Grudamos nele e rimos muito (até hoje) e percebemos que não éramos os únicos cheios de histórias para contar sobre esta aventura que é ter um bebê, estar com um bebê e nos descobrimos pai e mãe.

O livro trás o cotidiano de Darryl e Wanda com a chegada de Zoé, a primeira filha do casal. Um misto de encantamento, dúvidas, desafios, inseguranças, amor,  companheirismo e humor passeiam pelas tiras cômicas de linguagem simples e cativante. Sentimo-nos acolhidos. Imagino que independente do tipo de constituição familiar, os sentimentos que permeiam o dia a dia podem ser reconhecidos fora dele. Não deixem de conhecer!

No Brasil, as tiras cômicas podem ser encontradas por "Zoé e Zezé".





As primeiras tiras cômicas surgiram em 1990, hoje já se tornaram vários livros em diferentes línguas. Darryl e Wanda aumentaram a família e além de Zoé, chegaram o Hammie e a Wren e as estórias deste incansável casal também!
Em pesquisas pela internet é possível encontrar várias dessas tiras cômicas em português.







Gostou da dica? Conhece algum outro livro?
 Dê a sua sugestão aqui ou compartilhe conosco marcando a
 #coisadebebe_sesc




Imagens do livro feitas pela educadora Sandra Siqueira.

Escada brincante

Você conhece essa escada?

É um modelo de escada articulada multifuncional em alumínio. Talvez você tenha uma dessas em casa, mas será que já pensou em transformá-la em um brinquedo?

Resistente e leve, é uma estrutura dinâmica que pode se transformar e oferecer diversas formas de apropriação. 
Como escada, já é brincante. Ao acrescentarmos objetos como cordas, fitas, balanços ou tecidos, torna-se ainda mais convidativa para os pequenos.


Para um bebê, pode ser encantador encontrar um espaço acolhedor sob a escada, onde objetos pendurados tornam-se móbiles de chão interativos. A partir do momento que conquistam a posição em pé, tornam-se capazes de novas explorações, subindo na estrutura para se agarrarem, em um movimento ritmado de sentar e levantar, que aos poucos passa para o movimento de subir e descer os degraus.

Conforme o bebê vai crescendo, a complexidade das explorações aumenta. Novas ideias surgem e ampliam o repertório de possibilidades exploratórias.

É importante colocar a escada e deixar livre para os bebês ou as crianças explorarem, com o mínimo de intervenção do adulto, atentos sempre a segurança, mas permitindo que os bebês ou crianças ampliem seus desafios.


I



                        


Outras estruturas podem compor com a escada e criar novas propostas brincantes, como este túnel abaixo colocado no meio da escada ou esta rampa de papelão.
        





Por ser leve e dobrável é possível carregar esta escada para ambientes externos e internos.
                       



                Que tal experimentar alguns desafios?

Lembrando novamente que os olhares atentos do ou da responsável pelo bebê ou criança são essenciais!

Depois, se quiser e puder, comente ou compartilhe conosco sua experiência, com a #coisadebebe_sesc

Créditos das imagens - Sandra Siqueira

 

Cesto de tesouros

Esta é uma proposta de exploração sensorial indicada para bebês que já conquistaram a posição sentada. É elaborada por um adulto que seleciona um conjunto de objetos comprados, confeccionados ou encontrados na natureza e os dispõe em um pequeno cesto para que o bebê possa explorá-los livremente.

Seguem abaixo algumas dicas para oferecê-la ao seu bebê.

O cesto: 
Pode ser de diferentes materiais como vime, plástico, madeira ou feitos em crochê ou revista. Ter por volta de 30 cm de diâmetro e 10 cm de altura para que o bebê possa puxar, arrastar ou levantá-lo caso queira. Dez objetos neste tamanho de cesto é um bom número para começar, depois vá sentindo a relação do bebê com os objetos e varie em mais ou menos de acordo com o volume que fica no cesto, para que haja espaço para olhar, escolher e pegar. 

Os objetos:
Para a escolha dos objetos é importante o olhar sensível e curioso do adulto para a diversidade do que será oferecido, de forma a ampliar e potencializar essa exploração. O cesto deve oferecer diferentes referências de materiais e formas, como: metal, madeira, tecidos, couro, fios, elementos da natureza, utensílios de cozinha, diferentes tipos de bolas. Diversificando também o tamanho, textura, cor, formato, peso, temperatura e o que mais encontrar de diferente. Comece perto, observando o que tem em casa. Pense o que pode despertar os sentidos e convidar a observar, cheirar, tocar, saborear, ouvir, jogar, abraçar, pegar...

Cuidados necessários:
Como a exploração pelos bebês ocorre de forma intensa e imprevisível, o cuidado com a qualidade e segurança do cesto e dos objetos é fundamental! Por isso, é necessário muita atenção a algumas características, tais como: a dimensão mínima dos objetos (que não devem passar no gargalo de uma garrafa pet comum), ausência de partes que possam se soltar, de farpas nas madeiras ou de pontas afiadas, a resistência dos objetos e o comprimento dos fios (que não devem ultrapassar 18 cm). Assim como a higienização desses objetos, que deve ocorrer de forma regular e apropriada a cada tipo de material.

Após montar o cesto, coloque-o à disposição para o bebê, interferindo o mínimo em sua exploração. Se for possível, deixe o cesto disponível, ao seu alcance em um local acolhedor, para que ele o encontre em diferentes momentos do dia e continue suas explorações. Troque e retorne objetos para que haja sempre novas apropriações.

Agora é só se aventurar nesta busca e se fizer um cesto em casa compartilhe com a gente com a #coisadebebe_sesc

Nesta foto, adultos fazem um exercício de refinamento do olhar e da própria sensibilidade. Alguns cestos foram disponibilizados para experimentarem os diferentes objetos existentes neles e ampliar o repertório pessoal de conhecimento sobre o que pode ter em um cesto de tesouros.






Músicas da infância - Acalantos ou canções de ninar

Os acalantos ou cantigas de ninar são aquelas músicas cantadas para os bem pequenininhos nos momentos de embalar o sono. 

Você se lembra de alguma?

Apresentamos aqui duas pesquisadoras da cultura e das músicas da infância, Lydia Hortélio e Lucilene Silva que mostram a força, a beleza e os encantamentos destas cantigas que atravessam gerações e sussurram em nossa memória afetiva melodias da nossa história. 


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Criação em família

Brincar entre o céu e a terra”: imagina só as possibilidades in-fi-ni-tas de criação e diversão que cabem nesse espaço. Em meio à pandemia, a Semana Mundial do Brincar de 2020 traz esse tema para estimular a imaginação e a brincadeira – fundamentais para o desenvolvimento integral da criança.


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