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Jogo da memória Auditiva

O vídeo traz as imagens de como fazer o jogo da memória auditiva. Sobre um papel branco, punhados de milho, algodão, pedrinhas e canela em pau. Estes materiais são colocados em caixinhas feitas com rolo de papel higiênico arredondados nas pontas e fechados com fita adesiva. No total ficam 4 pares de 2 caixinhas com cada material citado e depois é só brincar de encontrar os sons iguais!




Gostou? Fez o seu? 
Compartilhe com a gente #coisadebebe_sesc

Natureza brincante

Para finalizar o mês de outubro em que trouxemos os objetos inusitados como possibilidades brincantes, os materiais não estruturados, como o papelão e o tecido para criarmos com eles, apresentamos aqui os elementos da natureza, importantíssimos nesse conjunto de materiais/objetos e que contribuem para um brincar potente e criativo.

A natureza é, por si só, é um lugar onde qualquer pessoa pode experimentar o sentimento de surpresa, descoberta e encantamento a todo momento. Nela a vida acontece, a diversidade se mostra abundante e os processos de nascer, crescer e morrer acontecem plenamente. É portanto, um lugar onde a criança, desde muito pequena, tem a oportunidade de vivenciar o espanto de ser das coisas. Do grão de terra sob seus pés a ave que voa no céu, tudo está sendo, como ela. Se transformando, como ela.
Quem tiver a oportunidade de ver uma criança brincando em um jardim, uma praça abundante em natureza ou em um parque/bosque perceberá a inteireza de sua presença no brincar. O corpo todo vive o momento.
 Neste sentido,  é importante estar com as crianças em meio a natureza, junto, trazendo para si o sentimento que as move, para que como adultos possamos reavivar em nós uma vontade genuína.
Um outro movimento que também nos conecta e nos aproxima de uma experimentação e observação da natureza são as coletas de elementos naturais. Basta estarmos atentos onde estamos e o que tem ao nosso redor. Com isto compormos um acervo com preciosidades, tesouros para serem brincados e explorados em casa. 

      
DICA: Sempre saiam de casa com uma bolsa ou sacolinha para estarem preparados para coleta. 

Vale tudo que espertar interesse: pedras, sementes, gravetos, folhas. Como são perecíveis, isto é, com o tempo se decompõem, podem ser substituídos por outros e descartados na natureza novamente. 

  
 Pois é ao aprendermos a olhar que aprendemos a ver...
       
         



Compartilhe conosco suas descobertas e as coletas que fez!! 
#coisadebebe_sesc

Créditos pelas imagens: Sandra Siqueira
Texto: Sandra Siqueira
Educadora do Espaço de Brincar - Sesc Campinas

Brincadeira em roda - Ana Maria

Quem nunca brincou de roda? 



Sugerimos aqui uma brincadeira interessante para experimentarem com crianças, jovens e adultos que estão perto de você. Neste momento de isolamento, pode ser divertido! Que tal experimentar?

A música tradicional da infância é "Ana Maria". Quem ensinou foram as crianças de Belo Horizonte - MG, em 1998. Retiramos do material Abra Roda Tin dô lê lê, com pesquisa e direção e Lydia Hortélio com Participação especial Antonio Nóbrega.


Segue a letra:


Ana Maria 

Ficou de catapora

Por vinte quatro horas

Vige!


Como se brinca: 

As crianças e quem mais puder formam uma roda. Começam a pular sem sair do lugar, no ritmo da parlenda, com os pés bem próximos. Quando dizem "Vige", dão um pulinho maior e caem com os pés um pouco mais afastados. Retomam a parlenda um pouco mais rápido e quando dizem novamente "Vige", caem com os pés ainda mais separados. Assim vão acelerando e aumentando o afastamento dos pés, até que chegam, cada um ou uma no seu limite, vão caindo e saindo da roda. Vencedor será aquele que conseguir ficar mais tempo.

Para ouvir:

https://soundcloud.com/contosmaravilhosos-abraarodatindolele/ana-maria

Gostou da brincadeira? Brincou? Compartilhe conosco com a #coisadebebe_sesc.

Sobre Cultura das Infâncias

Compreender e apreender a cultura das infâncias é um exercício que nós adultos podemos fazer para estar com os bebês e as crianças e mergulhar com encantamento no estado de ser deles e delas.




Para contribuir com esta busca, indicamos alguns caminhos trilhados por nós educadorxs do Espaço de Brincar:

O que é cultura das infâncias: Ocupação Lydia Hortélio

Cultura da infância - A casa redonda

A casa das cinco pedrinhas

Mapa do brincar - Mestres

Território do brincar 

Letícia Graciano Nunes - Quintais do Cariri

Videocamp - Acervo  relacionados a filme, infância e educação

Gandhy Piorski - Sobre infância, criança e brinquedo


Depois, se quiser e puder, comente ou compartilhe conosco sua experiência, com a #coisadebebe_sesc!

Escada brincante

Você conhece essa escada?

É um modelo de escada articulada multifuncional em alumínio. Talvez você tenha uma dessas em casa, mas será que já pensou em transformá-la em um brinquedo?

Resistente e leve, é uma estrutura dinâmica que pode se transformar e oferecer diversas formas de apropriação. 
Como escada, já é brincante. Ao acrescentarmos objetos como cordas, fitas, balanços ou tecidos, torna-se ainda mais convidativa para os pequenos.


Para um bebê, pode ser encantador encontrar um espaço acolhedor sob a escada, onde objetos pendurados tornam-se móbiles de chão interativos. A partir do momento que conquistam a posição em pé, tornam-se capazes de novas explorações, subindo na estrutura para se agarrarem, em um movimento ritmado de sentar e levantar, que aos poucos passa para o movimento de subir e descer os degraus.

Conforme o bebê vai crescendo, a complexidade das explorações aumenta. Novas ideias surgem e ampliam o repertório de possibilidades exploratórias.

É importante colocar a escada e deixar livre para os bebês ou as crianças explorarem, com o mínimo de intervenção do adulto, atentos sempre a segurança, mas permitindo que os bebês ou crianças ampliem seus desafios.


I



                        


Outras estruturas podem compor com a escada e criar novas propostas brincantes, como este túnel abaixo colocado no meio da escada ou esta rampa de papelão.
        





Por ser leve e dobrável é possível carregar esta escada para ambientes externos e internos.
                       



                Que tal experimentar alguns desafios?

Lembrando novamente que os olhares atentos do ou da responsável pelo bebê ou criança são essenciais!

Depois, se quiser e puder, comente ou compartilhe conosco sua experiência, com a #coisadebebe_sesc

Créditos das imagens - Sandra Siqueira

 

Brincadeiras com cabanas

Uma cabana pode ser um espaço de interiorização da criança, onde ela entra e mergulha em seu mundo da imaginação.
Quanto menor, mais uterino este espaço é e acolhe os momentos em que a criança busca contornos, limites, bordas, introspecção e olhar para dentro de si. 
Oferece o lado de dentro e o lado de fora e para "dentro" ela leva consigo suas preciosidades do momento para compor com seu mundo interno.
Pode ser feita pelo adulto, mas também criada pela criança a partir da relação com os objetos que tem ao seu redor. 







As cabanas destas imagens foram feitas com malha canelada que é fechada. Na primeira imagem uma estrutura de bambolês foi colocada dentro da malha e criou esta forma oval, na imagem ao lado uma escada de aço multifuncional foi colocada dentro da malha e virou uma cabana triangular. Na imagem abaixo um banco longo, de madeira, foi enfiado dentro da malha e trouxe uma outra forma de relacionar com o espaço interno da cabana.



Olhem em casa o que existe de objetos e materiais, construam suas cabanas e compartilhe com a gente com a #coisadebebe_sesc

Cesto de tesouros

Esta é uma proposta de exploração sensorial indicada para bebês que já conquistaram a posição sentada. É elaborada por um adulto que seleciona um conjunto de objetos comprados, confeccionados ou encontrados na natureza e os dispõe em um pequeno cesto para que o bebê possa explorá-los livremente.

Seguem abaixo algumas dicas para oferecê-la ao seu bebê.

O cesto: 
Pode ser de diferentes materiais como vime, plástico, madeira ou feitos em crochê ou revista. Ter por volta de 30 cm de diâmetro e 10 cm de altura para que o bebê possa puxar, arrastar ou levantá-lo caso queira. Dez objetos neste tamanho de cesto é um bom número para começar, depois vá sentindo a relação do bebê com os objetos e varie em mais ou menos de acordo com o volume que fica no cesto, para que haja espaço para olhar, escolher e pegar. 

Os objetos:
Para a escolha dos objetos é importante o olhar sensível e curioso do adulto para a diversidade do que será oferecido, de forma a ampliar e potencializar essa exploração. O cesto deve oferecer diferentes referências de materiais e formas, como: metal, madeira, tecidos, couro, fios, elementos da natureza, utensílios de cozinha, diferentes tipos de bolas. Diversificando também o tamanho, textura, cor, formato, peso, temperatura e o que mais encontrar de diferente. Comece perto, observando o que tem em casa. Pense o que pode despertar os sentidos e convidar a observar, cheirar, tocar, saborear, ouvir, jogar, abraçar, pegar...

Cuidados necessários:
Como a exploração pelos bebês ocorre de forma intensa e imprevisível, o cuidado com a qualidade e segurança do cesto e dos objetos é fundamental! Por isso, é necessário muita atenção a algumas características, tais como: a dimensão mínima dos objetos (que não devem passar no gargalo de uma garrafa pet comum), ausência de partes que possam se soltar, de farpas nas madeiras ou de pontas afiadas, a resistência dos objetos e o comprimento dos fios (que não devem ultrapassar 18 cm). Assim como a higienização desses objetos, que deve ocorrer de forma regular e apropriada a cada tipo de material.

Após montar o cesto, coloque-o à disposição para o bebê, interferindo o mínimo em sua exploração. Se for possível, deixe o cesto disponível, ao seu alcance em um local acolhedor, para que ele o encontre em diferentes momentos do dia e continue suas explorações. Troque e retorne objetos para que haja sempre novas apropriações.

Agora é só se aventurar nesta busca e se fizer um cesto em casa compartilhe com a gente com a #coisadebebe_sesc

Nesta foto, adultos fazem um exercício de refinamento do olhar e da própria sensibilidade. Alguns cestos foram disponibilizados para experimentarem os diferentes objetos existentes neles e ampliar o repertório pessoal de conhecimento sobre o que pode ter em um cesto de tesouros.






Giz caseiro

Desenhar é uma das formas mais genuínas de adultos e crianças se expressarem. Que tal produzir seu próprio giz? E se forem muitos, com diferentes cores para pintar o mundo?
Aprenda a fazer seu giz com a educadora Sandra Aparecida de Siqueira e se você gostou, compartilhe com seus amigos! Se fizer e brincar, compartilhe com a gente com a #coisadebebe_sesc


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