Para pequeninos e pequeninas: utensílios de cozinha feitos de silicone
Crédito pelas imagens: pesquisadas e captadas no google e que não requerem direitos autorais.
Dica de leitura: Livro-imagem
- Explorem os sebos, vasculhem sem pressa ou medo de errar, descubram o que vocês gostam. Estes são bons lugares para encontrar livros fora do circuito comercial, com preços acessíveis e variedade;
- Observem os elementos que ele contêm e se em seu conjunto eles despertam o olhar, afloram os sentidos e provocam sentimentos;
- Busque diferentes tipos de estética, com traços e formas de apresentação que saiam do convencional e que não sejam estereotipadas.
Jogo da memória Auditiva
Pessoas com deficiência: vamos brincar juntos!
Vocês já se depararam com uma família em que algum integrante era uma pessoa com deficiência e não souberam como acolher e convidá-la para estar junto?
Se sim, não se sinta constrangido, acolher o outro é um exercício de presença, sensibilidade e atenção que requer de nós um processo educativo constante. O que vale é a disposição para aprender, apreender, refletir, rever atitudes e mudá-las.
O Espaço de Brincar do Sesc Campinas tem como principio acolher as diferentes composições familiares, os jeitos de estar entre os adultos e crianças, como também a diversidade de pessoas que nele chega.
É da vivência no cotidiano deste espaço coletivo que surgem estas reflexões em como acolher o outro e sua diferença.
Ao observar as crianças neste espaço percebemos que em sua maioria há muita abertura para o estar junto e criar formas/jeitos de brincar. Se ela observa algo que chama a atenção ela pergunta. A forma como os adultos conduzem esta conversa (se for necessário) que faz toda diferença.
Já tivemos uma pessoa adulta com deficiência visual acompanhando uma criança que ao brincar com outra foi questionada: - Ela não enxerga? Como vocês chegaram até aqui? E assim se desenrolou uma conversa que trouxe o adulto para perto e o inseriu na brincadeira ao mesmo tempo em que perguntavam sobre sua condição. Um potente momento de integração!
Em outra situação uma família com uma criança com 6 anos cadeirante chegou e colou-a no chão para se deslocar livremente usando os braços. Observei que as outras crianças presentes se atentaram para a sua diferença, mas logo que ela perguntou o que estavam fazendo e se colocou em uma atitude brincante foi integrada e a família expressou por varias vezes o quanto aquilo foi incrível e lamentou não existir um lugar como este onde moravam.
Portanto uma postura acolhedora se mostra na forma que você olha, sorri, convida e busca compreender o jeito de estar no mundo do outro para que estejam juntos, integrados. Não tenha medo de se aproximar!!
O que não conseguir saber a partir da movimentação observada pode ser perguntado. Por exemplo: - Você precisa de ajuda? Isto é, não tentar fazer pelo outro, deixá-lo se desafiar. Se for aceita a ajuda completar: - Como posso te ajudar? Não tenha medo de perguntar e se dirija diretamente a ela, mesmo que seja uma criança, com calma e atenção.
Estar disponível para o outro sem julgamento. O fato de ser uma pessoa com deficiência não a torna incapaz. Ela pode não conseguir fazer uma coisa, mas conseguir outra, como todos nós. Aprendemos muito ao perceber que são capazes de criar estratégias, maneiras de fazer as coisas, sejam elas se deslocar, pegar um objeto, transitar por um local, se comunicar. assim também é com o brincar, Imaginar, explorar, criar narrativas, apresentar-se para o mundo. Não crie limites, não finja que não percebe ou não vê a condição do outro. Acredite em seu potencial!!
Existe uma riqueza na oportunidade da convivência, que é onde iremos desenvolver sensibilidade, parceria, trocas e apoio. E quando temos presente uma criança com deficiência nosso estado de atenção conosco deve ser ainda maior, não subestimá-la ou superestima-la e deixar que seja uma criança entre outras é um desafio a ser vencido.
E nos momentos embaraçosos em que nós encontrarmos, delicadeza, sinceridade e uma postura de aprendiz resolvem a situação.
A criança e a cidade : acessibilidade para brincar
Guia prático sobre acessibilidade
Parques com playgrounds acessíveis em Campinas:
Os bebês e as caixas de papelão
As caixas de papelão são para os bebês uma fonte inesgotável de pesquisas, experimentações, desafios e conquistas. Ter caixas de papelão pela casa, quando se tem bebês que já conquistaram a posição sentada e o engatinhar, sejam elas de diferentes formas, pode proporcioná-los ricas surpresas.
Dica: Deixe que o bebê encontre a caixa, brinque o tempo que desejar com ela e siga sua jornada exploratória. Ao observar o bebê brincando não tente ajudá-lo (desde que não esteja correndo algum risco de se machucar), deixe que ele supere seus desafios, isso amplia sua capacidade de se conhecer e de lidar com frustrações e vitórias.
O vídeo abaixo, apesar de caseiro, mostra um recorte do momento em que esta bebê de sete meses encontra uma caixa de papelão no chão, o que desperta a sua curiosidade e cria uma sequencia de desafios que ela, sozinha, consegue superar e sair feliz com sua conquista.
Assistam!!!
Uma sequencia de caixas, presas por prendedores de roupa proporcionou uma divertida brincadeira que durou semanas, ora sozinha, ora com algum adulto participando.
- Retire o excesso de objetos existentes no chão para que as caixas sejam vistas e adquiram destaque;
- Procurar caixas com o mínimo de imagens e letras;
- Trazer as caixas para casa e deixá-las alguns dias no sol;
- Higienizar com álcool 70% para minimizar a presença de vírus e bactérias;
- Observar se a caixa contem resíduos e se vale a pena levá-la;
- Trocar as caixas periodicamente;
- Retirá-las do chão no período da noite e guardar em local seguro;
Brincadeira cantada
PEPINO - Jogo com as mãos
Pepino
Mão no pé
Mão na mão
Mão na testa
Mão no chão
Se não visualizar o vídeo acesse:
Ficou fácil, invente uma, por exemplo:
Manjericão
Mão no ombro
Mão na mão
Mão na perna
Mão no coração
Gostou!? É de brincar até cansar!
Você sabe uma outra brincadeira cantada com jogo das mãos?
Compartilhe conosco marcando a #coisadebebe_sesc
Dica de leitura: BABY BLUES - O bebê chegou...e agora?!
Por Sandra Siqueira
Por isso o Renato, meu companheiro, comprou para nós um livro que ele encontrou em suas andanças por sebos e livrarias de Campinas: Baby Blues - O bebê chegou...e agora?! Rick Kirkman & Jerry Scoot. Editora Devir Livraria.
Lara tinha nascido há pouco tempo e ele chegou dizendo: - Encontrei um livro muito bom! Parece com a gente!
Grudamos nele e rimos muito (até hoje) e percebemos que não éramos os únicos cheios de histórias para contar sobre esta aventura que é ter um bebê, estar com um bebê e nos descobrimos pai e mãe.
O livro trás o cotidiano de Darryl e Wanda com a chegada de Zoé, a primeira filha do casal. Um misto de encantamento, dúvidas, desafios, inseguranças, amor, companheirismo e humor passeiam pelas tiras cômicas de linguagem simples e cativante. Sentimo-nos acolhidos. Imagino que independente do tipo de constituição familiar, os sentimentos que permeiam o dia a dia podem ser reconhecidos fora dele. Não deixem de conhecer!
No Brasil, as tiras cômicas podem ser encontradas por "Zoé e Zezé".





































