Dica de leitura: Livro-imagem



As imagens são uma das formas pela qual desde muito pequenas as crianças apreendem o que está ao seu redor. Assim também pode ser com a literatura, antes mesmo do contato com as palavras e o domínio de sua leitura.
O livro-imagem é aquele em que a narrativa é criada através de ilustrações, sem utilizar palavras. A riqueza desse tipo de literatura está na possibilidade de diferentes interpretações e analogias a partir do encontro com as imagens.

Existe uma variedade de títulos que encantam não só os pequenos, mas também pessoas de todas as idades. É para família toda!!

Dicas para pesquisar livros-imagem:
  • Explorem os sebos, vasculhem sem pressa ou medo de errar, descubram o que vocês gostam. Estes são bons lugares para encontrar livros fora do circuito comercial, com preços acessíveis e variedade;
  • Observem os elementos que ele contêm e se em seu conjunto eles despertam o olhar, afloram os sentidos e provocam sentimentos;
  • Busque diferentes tipos de estética, com traços e formas de apresentação que saiam do convencional e que não sejam estereotipadas.






Alguns autores/Ilustradores:

ISTIVAN BANYAI
LUÍS LORENZON
JUAREZ MACHADO
MARCELO CIPIS
ILAN BRENMAN E RENATO MORICONI
EVA FURNARI
IVAN ZIGG
RUI DE OLIVEIRA
JOSÉ PALOMO

Compartilhe com a gente  os livros-imagem que vocês conhecem! #coisadebebe_sesc

Créditos pelas imagens: Sandra Siqueira

Jogo da memória Auditiva

O vídeo traz as imagens de como fazer o jogo da memória auditiva. Sobre um papel branco, punhados de milho, algodão, pedrinhas e canela em pau. Estes materiais são colocados em caixinhas feitas com rolo de papel higiênico arredondados nas pontas e fechados com fita adesiva. No total ficam 4 pares de 2 caixinhas com cada material citado e depois é só brincar de encontrar os sons iguais!




Gostou? Fez o seu? 
Compartilhe com a gente #coisadebebe_sesc

Pessoas com deficiência: vamos brincar juntos!





Estamos na Semana Modos de Acessar no Sesc São Paulo e para continuar nossa conexão com a temática da acessibilidade trazemos aqui mais um pouco de nossas experiências vividas no Espaço de Brincar do Sesc Campinas.

Vocês já se depararam com uma família em que algum integrante era uma pessoa com deficiência e não souberam como acolher e convidá-la para estar junto?

Se sim, não se sinta constrangido, acolher o outro é um exercício de presença, sensibilidade e atenção que requer de nós um processo educativo constante. O que vale é a disposição para aprender, apreender, refletir, rever atitudes e mudá-las.

O Espaço de Brincar do Sesc Campinas tem como principio acolher as diferentes composições familiares, os jeitos de estar entre os adultos e crianças, como também a diversidade de pessoas que nele chega. 

É da vivência no cotidiano deste espaço coletivo que surgem estas reflexões em como acolher o outro e sua diferença.

Ao observar as crianças neste espaço percebemos que em sua maioria há muita abertura para o estar junto e criar formas/jeitos de brincar. Se ela observa algo que chama a atenção ela pergunta. A forma como os adultos conduzem esta conversa (se for necessário) que faz toda diferença. 

Já tivemos uma pessoa adulta com deficiência visual acompanhando uma criança que ao brincar com outra foi questionada: - Ela não enxerga? Como vocês chegaram até aqui? E assim se desenrolou uma conversa que trouxe o adulto para perto e o inseriu na brincadeira ao mesmo tempo em que perguntavam sobre sua condição. Um potente momento de integração!

Em outra situação uma família com uma criança com 6 anos cadeirante chegou e colou-a no chão para se deslocar livremente usando os braços. Observei que as outras crianças presentes se atentaram para a sua diferença, mas logo que ela perguntou o que estavam fazendo e se colocou em uma atitude brincante foi integrada e a família expressou por varias vezes o quanto aquilo foi incrível e lamentou não existir um lugar como este onde moravam. 

Portanto uma postura acolhedora se mostra na forma que você olha, sorri, convida e busca compreender o jeito de estar no mundo do outro para que estejam juntos, integrados. Não tenha medo de se aproximar!!

O que não conseguir saber a partir da movimentação observada pode ser perguntado. Por exemplo: - Você precisa de ajuda? Isto é, não tentar fazer pelo outro, deixá-lo se desafiar. Se for aceita a ajuda completar: - Como posso te ajudar? Não tenha medo de perguntar e se dirija diretamente a ela, mesmo que seja uma criança, com calma e atenção.

Estar disponível para o outro sem julgamento. O fato de ser uma pessoa com deficiência não a torna incapaz. Ela pode não conseguir fazer uma coisa, mas conseguir outra, como todos nós. Aprendemos muito ao perceber que são capazes de criar estratégias, maneiras de fazer as coisas, sejam elas se deslocar, pegar um objeto, transitar por um local, se comunicar. assim também é com o brincar,  Imaginar, explorar, criar narrativas, apresentar-se para o mundo.  Não crie limites, não finja que não percebe ou não vê a condição do outro. Acredite em seu potencial!!

Existe uma riqueza na oportunidade da convivência, que é onde iremos desenvolver sensibilidade, parceria, trocas e apoio. E quando temos presente uma criança com deficiência nosso estado de atenção conosco deve ser ainda maior, não subestimá-la ou superestima-la e deixar que seja uma criança entre outras é um desafio a ser vencido.

E nos momentos embaraçosos em que nós encontrarmos, delicadeza, sinceridade e uma postura de aprendiz resolvem a situação.


Você é ou acompanha uma pessoa com deficiência? 
Usa espaços coletivos para brincar? 

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#coisadebebe_sesc

A criança e a cidade : acessibilidade para brincar

Desenho: Sandra Siqueira

O desenho acima é uma memória que tenho de algo que vi no jardim do galpão do Sesc Campinas e que ficou registrada em mim, tamanha sua força! Como estamos na Semana Modos de Acessar no Sesc São Paulo, essa lembrança traz uma conexão com a temática da acessibilidade! 

Na imagem temos uma criança com deficiência física, com cadeiras de rodas, brincando no tanque de areia que fica na área externa do jardim do galpão e para ter "acesso" a ele com a cadeira de rodas, só entrar pela frente do galpão, subir pela guia rebaixada, seguir por um trajeto curto e sem degraus até o jardim para encontrar uma frondosa árvore Sibipiruna e o tanque de areia que fica ao lado.

Boas memórias! Saudade...

Neste galpão, encontramos também três banheiros específicos para pessoas com deficiência física, bebedouro rebaixado, uma lanchonete com balcão adptado, uma área expositiva onde diferentes ações culturais acontecem, salas para atividades diversas,  uma enorme sala para Ginástica (Programa de Ginástica Multifuncional) e o Espaço de Brincar para adultos com crianças até seis anos brincarem juntos, sendo toda esta área sem degraus.

E quem me veio falar tudo isso foi a mãe da menina com deficiência física que eu observava brincando. Estava ali com a família passando um dia inteiro de lazer naquele local. 

Em uma longa e entusiasmada conversa ela me presenteou com seu olhar sobre a criança, a cidade e a acessibilidade para o brincar de sua família. Trago aqui um pouco do que conversamos:

Contou que para sair de casa com sua filha e família precisava saber antecipadamente como era o local e se ele possuía as condições necessárias para sua permanência nele. Para um passeio ser bom, entrar, permanecer, transitar e sair  tinham que ser possíveis e nem sempre isso acontecia com tranquilidade.

Falou ainda que o meio de transporte também era definidor para esta aventura acontecer e que foi depois que puderam ter um carro próprio que de fato as saídas aumentaram. 

O que mais me chamou a atenção foi sua fala sobre a sensação de poder estar bem, tranquila, por inteiro em um lugar e poder "relaxar", e que naquele momento ela sentia isso. Em outras situações, precisava estar sempre em estado de atenção, pensando em como resolver as questões práticas da saída. Por exemplo em como trocar a fralda da filha, caso não houvesse um banheiro para cadeirante ou em como conseguir um lugar para comer. Desafios que encontrava principalmente ao ir a um parque ao ar livre.

Este relato que me fez pensar que ter a possibilidade de acessar um espaço físico pode não ser tão simples e a acessibilidade deve ser garantida para todos. No caso de uma criança, para ela e para quem a acompanha.

Isso me trouxe uma pergunta:

O que é importante para que as pessoas com deficiência e seus acompanhantes possam brincar com autonomia, segurança e conforto nos espaços públicos e privados existentes em nossas áreas urbanas?

Passei a observar se os lugares que eu frequento permitem que todos estejam nele com máximo de igualdade de uso, com acesso no plano baixo, médio e alto, se existem banheiros para pessoas com deficiência física, banheiro familiar, elevadores acessíveis, sinalizadores para deficientes visuais, corrimãos, rampas e calçadas regulares. E o quanto de pessoas com deficiência ou com outras condições específicas que eu vejo no meu dia a dia... 

Sejam eles, um deficiente visual,  um idoso, alguém que use uma bengala, muleta ou andador, assim como as gestantes, lactantes ou uma pessoa com carrinho de bebê...

O que me leva a refletir que existem também diferentes tipos de acessibilidade a serem compreendidas e incorporadas por nós...

Por isso deixo aqui o meu convite para que juntos e juntas possamos transformar o conceito de acessibilidade em prática,  em nosso cotidiano e para todes nós. 

Imagem: forumdaconstrucao.com.br


 Guia prático sobre acessibilidade


Parques com playgrounds acessíveis em Campinas:


Pedreira do Chapadão

Parque Dom Bosco

Parque das Águas



Você é ou acompanha uma pessoa com deficiência? 
Usa espaços públicos e privados da cidade para brincar? 

Compartilhe com a gente seu olha sobre o tema!

#coisadebebe_sesc

Os bebês e as caixas de papelão

As caixas de papelão são para os bebês uma fonte inesgotável de pesquisas, experimentações, desafios e conquistas. Ter caixas de papelão pela casa, quando se tem bebês que já conquistaram a posição sentada e o engatinhar, sejam elas de diferentes formas, pode proporcioná-los ricas surpresas.

Dica: Deixe que o bebê encontre a caixa, brinque o tempo que desejar com ela e siga sua jornada exploratória. Ao observar o bebê brincando não tente ajudá-lo (desde que não esteja correndo algum risco de se machucar), deixe que ele supere seus desafios, isso amplia sua capacidade de se conhecer e de lidar com frustrações e vitórias.

O vídeo abaixo, apesar de caseiro, mostra um recorte do momento em que esta bebê de sete meses encontra uma caixa de papelão no chão, o que desperta a sua curiosidade e cria uma sequencia de desafios que ela, sozinha, consegue superar e sair feliz com sua conquista.

Assistam!!!

Se não visualizar o vídeo acesse:


Uma sequencia de caixas, presas por prendedores de roupa proporcionou uma divertida brincadeira que durou semanas, ora sozinha, ora com algum adulto participando.




No Espaço de Brincar do Sesc Campinas as caixas sempre tiveram presença garantida. Em diferentes tamanhos, formas, algumas vezes abertas e outras fechadas. Também encapávamos com diferentes papeis, tecidos, fazíamos desenhos, ou simplesmente as deixávamos sendo caixas, até que um brincante aparecia para transformá-las. Neste momento estamos com o espaço físico fechado devido a pandemia/Covid.




Algumas dicas importantes antes de oferecer caixas de papelão aos bebês:

  • Retire o excesso de objetos existentes no chão para que as caixas sejam vistas e adquiram destaque;
  • Procurar caixas com o mínimo de imagens e letras; 
  • Trazer as caixas para casa e deixá-las alguns dias no sol;
  • Higienizar com álcool 70% para minimizar a presença de vírus e bactérias;
  • Observar se a caixa contem resíduos e se vale a pena levá-la;
  • Trocar as caixas periodicamente;
  • Retirá-las do chão no período da noite e guardar em local seguro;

Você oferece caixas de papelão ao seu bebê? Compartilhe marcando nossa #coisadebebe_sesc

Brincadeira cantada

PEPINO - Jogo com as mãos 

Brincadeira tradicional da cultura da infância passada de geração para geração de forma principalmente oral.

Pepino

Mão no pé

Mão na mão

Mão na testa

Mão no chão


Se não visualizar o vídeo acesse:

Brincadeira cantada: Pepino

Ficou fácil, invente uma, por exemplo: 

Manjericão

Mão no ombro

Mão na mão

Mão na perna

Mão no coração


Gostou!? É de brincar até cansar!

Você sabe uma outra brincadeira cantada com jogo das mãos? 

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Dica de leitura: BABY BLUES - O bebê chegou...e agora?!

Por Sandra Siqueira

Além de educadora do Espaço de brincar do Sesc Campinas, sou mãe da Lara, 06 anos, da Elis com 4 anos e adoro Histórias em Quadrinhos (HQ).

Por isso o Renato, meu companheiro, comprou para nós um livro que ele encontrou em suas andanças por sebos e livrarias de Campinas: Baby Blues - O bebê chegou...e agora?! Rick Kirkman & Jerry Scoot. Editora Devir Livraria.

Lara tinha nascido há pouco tempo e ele chegou dizendo: - Encontrei um livro muito bom! Parece com a gente!

 Grudamos nele e rimos muito (até hoje) e percebemos que não éramos os únicos cheios de histórias para contar sobre esta aventura que é ter um bebê, estar com um bebê e nos descobrimos pai e mãe.

O livro trás o cotidiano de Darryl e Wanda com a chegada de Zoé, a primeira filha do casal. Um misto de encantamento, dúvidas, desafios, inseguranças, amor,  companheirismo e humor passeiam pelas tiras cômicas de linguagem simples e cativante. Sentimo-nos acolhidos. Imagino que independente do tipo de constituição familiar, os sentimentos que permeiam o dia a dia podem ser reconhecidos fora dele. Não deixem de conhecer!

No Brasil, as tiras cômicas podem ser encontradas por "Zoé e Zezé".





As primeiras tiras cômicas surgiram em 1990, hoje já se tornaram vários livros em diferentes línguas. Darryl e Wanda aumentaram a família e além de Zoé, chegaram o Hammie e a Wren e as estórias deste incansável casal também!
Em pesquisas pela internet é possível encontrar várias dessas tiras cômicas em português.







Gostou da dica? Conhece algum outro livro?
 Dê a sua sugestão aqui ou compartilhe conosco marcando a
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Imagens do livro feitas pela educadora Sandra Siqueira.

Natureza brincante

Para finalizar o mês de outubro em que trouxemos os objetos inusitados como possibilidades brincantes, os materiais não estruturados, como o papelão e o tecido para criarmos com eles, apresentamos aqui os elementos da natureza, importantíssimos nesse conjunto de materiais/objetos e que contribuem para um brincar potente e criativo.

A natureza é, por si só, é um lugar onde qualquer pessoa pode experimentar o sentimento de surpresa, descoberta e encantamento a todo momento. Nela a vida acontece, a diversidade se mostra abundante e os processos de nascer, crescer e morrer acontecem plenamente. É portanto, um lugar onde a criança, desde muito pequena, tem a oportunidade de vivenciar o espanto de ser das coisas. Do grão de terra sob seus pés a ave que voa no céu, tudo está sendo, como ela. Se transformando, como ela.
Quem tiver a oportunidade de ver uma criança brincando em um jardim, uma praça abundante em natureza ou em um parque/bosque perceberá a inteireza de sua presença no brincar. O corpo todo vive o momento.
 Neste sentido,  é importante estar com as crianças em meio a natureza, junto, trazendo para si o sentimento que as move, para que como adultos possamos reavivar em nós uma vontade genuína.
Um outro movimento que também nos conecta e nos aproxima de uma experimentação e observação da natureza são as coletas de elementos naturais. Basta estarmos atentos onde estamos e o que tem ao nosso redor. Com isto compormos um acervo com preciosidades, tesouros para serem brincados e explorados em casa. 

      
DICA: Sempre saiam de casa com uma bolsa ou sacolinha para estarem preparados para coleta. 

Vale tudo que espertar interesse: pedras, sementes, gravetos, folhas. Como são perecíveis, isto é, com o tempo se decompõem, podem ser substituídos por outros e descartados na natureza novamente. 

  
 Pois é ao aprendermos a olhar que aprendemos a ver...
       
         



Compartilhe conosco suas descobertas e as coletas que fez!! 
#coisadebebe_sesc

Créditos pelas imagens: Sandra Siqueira
Texto: Sandra Siqueira
Educadora do Espaço de Brincar - Sesc Campinas

CRIAÇÕES EM FAMÍLIA - TECIDO

E "LÁ VOU EU!"

Na semana da criança, o Sesc Campinas preparou um conjunto de atividades planejadas com muito carinho para toda família, em especial os bebês e as crianças no projeto "Lá Vou eu"!



Créditos imagem: Tereza Diório

Em 16/10/2020, às 15h, oferecemos virtualmente uma interessante oficina - "Criação em família - Tecido", com a mediação da educadora do Programa Espaço de Brincar Sandra Siqueira.

A proposta da oficina é experimentar dobras e cortes nos tecidos para criamos roupas, formas e fios para compor com brinquedos e brincadeiras. 

Para esta vivência vamos precisar de:

  • Tecidos - diferentes tipos de tecidos, com diversos tamanhos e formatos, por exemplo: camisetas velhas, retalhos de calça jeans, lençóis, veludos, rendas e o que mais conseguirem.
  • Tesoura: procure os diferentes tipos de tesouras que vocês tem em casa e traga para experimentação;
  • Bonecos, bonecas, bichos de pelúcia ou outros brinquedos que deseje vestir ou compor com os tecidos.

1º Momento:

    Todos juntos vão experimentar cortar alguns pedaços de tecidos usando as tesouras que conseguiu. Percebam as espessuras dos tecidos, quais são mais fáceis de cortar ou mais difíceis e os porquês.

    DICA: tesoura em bom estado, isto é, cortando bem e com a estrutura firme. Isso ajuda muito a termos uma boa experiência ao cortar o tecido. Importante, principalmente para as crianças que estão iniciando suas experimentações com ferramentas, para que tenham memórias positivas da vivência. 

Crianças bem pequenas, ao invés de tesouras podem experimentar rasgar o tecido com as mãos!

2º Momento:

Cortes, recortes, furos e fios.

Muitas são as possibilidades de criar, por exemplo, roupas para bonecas e bonecos sem a necessidade de agulhas e linhas. 


Estes fios podem ser grandes, se cortados de lençóis de malha e fazermos com ele gama de gato, trançados para fazer cordas de pular. Com furos e fios compor cabanas. 




Para a oficina pesquisei como fazer algumas roupas sem costura. Estes foram os achados que me inspirou! 


DESAFIO: Criar roupas sem costura para bonecos. Nas pesquisas que fiz encontrei apenas um link com roupas criadas para o Ken. 

Blusa para o Kenda Barbie utilizando meias! Como fazer?

3º Momento:

Agora que vocês já experimentaram as dobras, cortes e como fazer os fios proponho criarmos algo com o que aprenderam. Pode ser uma roupa para algum boneco ou boneca, bicho de pelúcia, uma toalha de mesa, cortinas, corda de pular, adereços como pulseiras, tranças para cabelos. Usem a imaginação e todos aqueles retalhos recortados lá no começo da vivência e que estão espalhados pelo chão! Experimentem os diversos tipos de tecidos, tamanhos, espessuras.

DICAS:

  • O que vocês criarem pode ser pequeno, médio ou grande. O tecido possibilita isso porque existem muitas coisas feitas de tecidos e que estão para ser descartada, fiquem de olho!
  • Ter diferentes formatos, o tecido pode ser cortado e se transformar na forma que você deseja, por isso aproveitar as dobras e cortes apresentas aqui. 
  • Pode ser feito pelo adulto para a criança. O adulto pode pensar com tempo no que quer fazer, o por quê fazer e como irá fazer. Segurança e acabamento podem ser refinados.
  • Pode ser feito com a criança. Importante pensar que para a criança a criação já é um brincar. Todo processo é lúdico, inventivo, muda o tempo todo. A brincadeira pode ser criativa e gostosa para o adulto e criança. Façam juntos, conversem para que o resultado final tenha um pouquinho de todos. O adulto cuida da segurança no fazer, mas o acabamento é menos importante, deixe um pouco de lado o rigor quanto a perfeição e se encantem com a emoção de estar e fazer juntos. 
  • Pode ser feito pela criança. O papel do adulto aqui é estar disponível quando a criança solicitar para ajudá-la no que for preciso. Observar para além do bonito ou feito o que há de positivo em sua criação e fazer comentários que sejam construtivos.
  • Pensem no que vão fazer, depois comecem, isto faz com que a criança não se desmotive logo e mude de interesse. Dê sentido a construção.
Vejam como os fios feitos com camisetas deram um acabamento e personalidade aos bonecos de meias que fiz aqui :)





Façam também! 

Contem para nós usando a 
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CRIAÇÃO EM FAMILIA - PAPELÃO

E "LÁ VOU EU!"


Na semana da criança, o Sesc Campinas preparou um conjunto de atividades planejadas com muito carinho para toda família, em especial os bebês e as crianças no projeto "Lá Vou eu"!




Em 12/10/2020, às 15h, oferecemos virtualmente uma interessante oficina - "Criação em família - Papelão", com a mediação da educadora do Programa Espaço de Brincar Sandra Siqueira.


Que tal experimentar cortes e encaixes no papelão para aumentar as possibilidades de construção de brinquedos e brincadeiras


Para esta vivência vamos precisar de:


  • Papelão: diferentes tipos de papelão com diversos tamanhos e formatos, por exemplo, caixas de sapatos, caixas de supermercado, rolos de papel higiênico;

DICA: 

Concessionarias de automóveis recebem peças automobilísticas em caixas de diversos tamanhos e espessuras, limpas e reforçadas.

  • Tesoura: procure os diferentes tipos de tesouras que vocês tem em casa e traga para experimentação.

Esta ideia surgiu a partir deste material que eu, Sandra, conheci em uma vivência em processos criativos com Nathan Rabinovitch.

1º Momento:

    Todos juntos vão experimentar recortar os papelões que tem, usando as tesouras que conseguiu. Percebam as espessuras dos papelões, quais são mais fáceis de cortar ou mais difíceis e os porquês.

    DICA: tesoura em bom estado, isto é, cortando bem e com a estrutura firme. Isso ajuda muito a termos uma boa experiência ao cortar o papelão. Importante, principalmente para as crianças que estão iniciando suas experimentações com ferramentas, para que tenham memórias positivas da vivência. Crianças bem pequenas, ao invés de tesouras podem cortar o papelão com as mãos!


2º Momento:

Vamos conhecer as três formas mostradas na foto acima de cortar e encaixar os papelões? Experimentem!


3º Momento:

Agora que vocês já experimentaram os cortes e os encaixes proponho um desafio: com o primeiro exemplo de corte e encaixe construam estruturas ou esculturas. Usem todos aqueles retalhos recortados lá no começo da vivência e os que estão espalhados pelo chão! Experimentem os diversos papelões.


Olhem só esta montagem que fizeram lá na oficina virtual que oferecemos!

 



4º Momento:

Construção de um brinquedo.


DICAS:

  • Ele pode ser pequeno, médio ou grande. O papelão possibilita isso porque existem diferentes tamanhos sendo descartados por aí, fiquem de olho!
  • Ter diferentes formatos, o papelão pode ser recortado e se transformar na forma que você deseja, por isso aproveitar os encaixes e recortes apresentados aqui. 
  • Fica bem firme e resistente se colamos um papelão no outro com cola branca. Só olhar as ondulações do meio do papelão e colar em diferentes posições/direções.
  • Pode ser feito pelo adulto para a criança. O adulto pode pensar com tempo no que quer fazer, o por quê fazer e como irá fazer. Segurança e acabamento podem ser refinados.
  • Pode ser feito com a criança. Importante pensar que para a criança o construir já é um brincar. Todo processo é lúdico, inventivo, muda o tempo todo. A brincadeira pode ser criativa e gostosa para o adulto e criança. Façam juntos, conversem para que o resultado final tenha um pouquinho de todos. O adulto cuida da segurança no fazer, mas o acabamento é menos importante, deixe um pouco de lado o rigor quanto a perfeição e se encantem com a emoção de estar e fazer juntos. 
  • Pode ser feito pela criança. O papel do adulto aqui é estar disponível quando a criança solicitar para ajudá-la no que for preciso. Observar para além do bonito ou feito o que há de positivo em sua criação e fazer comentários que sejam construtivos.
  • Pensem no que vão fazer, depois comecem, isto faz com que a criança não se desmotive logo e mude de interesse. Dê sentido a construção.

Exemplo: 

Fiz com minhas filhas, que gostam muito de Lego e Playmobil, um escorregador bem pequeno, a pedido delas, junto com elas, para fazer parte  de suas/nossas brincadeiras.

Vejam abaixo como ficou. Usei o exemplo do meio - aba/fechadura - para dar sustentação ao que construímos. 

 




Façam também! 

Contem para nós usando a 
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Créditos das imagens: Sandra Siqueira

ESPECIAL SEMANA DA CRIANÇA


Vem aí:

Uma programação pra lá de especial para as crianças e quem mais quiser participar! 
De 10 a 18 de outubro! 
Imperdível!!

Para conhecer toda a programação e se organizar para aproveitar muito do que será oferecido entre no link abaixo: